Há trabalhos que exigem vocação, resistência a frustração e paciência pedagógica, e podemos dizer que quem trabalha com pessoas precisa ter estas características. Se somarmos um pouco de humildade e a capacidade de trabalhar nos bastidores, como em uma peça de teatro, por exemplo, teríamos o quadro mais próximo do desejado.
Mas há pessoas que no exercício dessas funções precisam de holofotes e púlpitos para aparecer, lembram-me, com o devido respeito, daquele deputado que não poderia ver um microfone que logo começava a discursar... A médio e longo prazo, não haverá espaço para este tipo de profissional, pois as pessoas que devem realmente aparecer, aqueles que realmente fazem a coisa acontecer, se cansarão deste forma de atuação e não darão mais o apoio necessário para sobrevivência dessa espécie.
Agora imaginem que além de gostarem dos holofotes essas pessoas também possuem o destempero nas veias, podem imaginar o quadro teremos?
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
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