Como é importante oscilar.
No Coaching o conceito de oscilação é a oportunidade de parar aquilo que está fazendo para fazer algo diferente. Mudanças de comportamento ou atividades corriqueiras do dia-a-dia sempre nos trazem outra perspectiva e oportunidades de pensar naquilo que temos focado. Temos uma forte resistência a qualquer mudança em nossa vida.
O Coaching possibilita esta oscilação através de um questionamento eficaz, levando o Coachee a rever algumas posturas e práticas que são adotadas na vida pessoal, profissional etc.
Um exemplo prático são as férias que todos tiramos do trabalho. Nesta oportunidade podemos fazer coisas diferentes, além de não nos preocuparmos com o trabalho. Cuidar do jardim da casa do campo, patinar um móvel, ler um bom livro e desfrutar da valiosa convivência com a família.
Desta forma podemos com a oscilação, vivenciar situações onde percebemos a importância das coisas para nós. É como um dia chuvoso e outro dia ensolarado. Só assim podemos dar valor às coisas em geral.
Lembre-se: Tudo que é contínuo gera stress
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Ausência de um retorno
Muito tem se falado e pouco tem se feito neste sentido.
Quantas vezes você liga e o recado fica só gravado no voice mail do seu interlocutor que nunca responde? Quantos processos seletivos você teve oportunidade de participar e nenhum retorno teve? Quantos e-mails você envia e não tem retorno? Acho que está na hora de mudar e esta mudança depende somente de você.
Comece praticando de uma forma mais eficaz e dê retorno para todos aqueles que te procuram para oferecer ou solicitar algo, ou mesmo só pra saber como você está. Sei que esta prática toma tempo e requer disciplina, mas se você está querendo se tornar uma pessoa melhor em tudo o que faz e ser lembrado, isto pode ser um bom começo. Avalie a reação das pessoas e fortaleça o seu network.
Quantas vezes você liga e o recado fica só gravado no voice mail do seu interlocutor que nunca responde? Quantos processos seletivos você teve oportunidade de participar e nenhum retorno teve? Quantos e-mails você envia e não tem retorno? Acho que está na hora de mudar e esta mudança depende somente de você.
Comece praticando de uma forma mais eficaz e dê retorno para todos aqueles que te procuram para oferecer ou solicitar algo, ou mesmo só pra saber como você está. Sei que esta prática toma tempo e requer disciplina, mas se você está querendo se tornar uma pessoa melhor em tudo o que faz e ser lembrado, isto pode ser um bom começo. Avalie a reação das pessoas e fortaleça o seu network.
Palcos da Vida
Há trabalhos que exigem vocação, resistência a frustração e paciência pedagógica, e podemos dizer que quem trabalha com pessoas precisa ter estas características. Se somarmos um pouco de humildade e a capacidade de trabalhar nos bastidores, como em uma peça de teatro, por exemplo, teríamos o quadro mais próximo do desejado.
Mas há pessoas que no exercício dessas funções precisam de holofotes e púlpitos para aparecer, lembram-me, com o devido respeito, daquele deputado que não poderia ver um microfone que logo começava a discursar...
A médio e longo prazo, não haverá espaço para este tipo de profissional, pois as pessoas que devem realmente aparecer, aqueles que realmente fazem a coisa acontecer, se cansarão deste forma de atuação e não darão mais o apoio necessário para sobrevivência dessa espécie.
Agora imaginem que além de gostarem do palco essas pessoas também possuem o destempero nas veias, podem imaginar o quadro teremos?
Mas há pessoas que no exercício dessas funções precisam de holofotes e púlpitos para aparecer, lembram-me, com o devido respeito, daquele deputado que não poderia ver um microfone que logo começava a discursar...
A médio e longo prazo, não haverá espaço para este tipo de profissional, pois as pessoas que devem realmente aparecer, aqueles que realmente fazem a coisa acontecer, se cansarão deste forma de atuação e não darão mais o apoio necessário para sobrevivência dessa espécie.
Agora imaginem que além de gostarem do palco essas pessoas também possuem o destempero nas veias, podem imaginar o quadro teremos?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Investindo em Você
Pequenos investimentos nos momentos de crise representam grandes distâncias quando ela passar. O quanto você tem investido em você mesmo? Na sua formação? No desenvolvimento de suas competências? Em você enquanto pessoa?
Pense nisso.
Pense nisso.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A caça dos talentos.
O assunto é super atual, revistas especializadas de todo mundo abordam o assunto dedicando várias páginas ao tema que falam desde a atração a retenção dos ditos talentos.
Hoje, ao ir para casa me veio ao pensamento do quanto estamos verdadeiramente preparados para enfrentar este grande desafio: atrair e reter talentos. A questão me deixou inquieto, visto que talento pressupõe pessoas dotadas de inteligência excepcional e com grandes possibilidades de encarreiramento, em períodos de tempo pouco usual.
Comecemos pelo que já temos em casa e me pergunto se já fazemos pelos nossos talentos caseiros o que deveríamos fazer? Investimos em treinamentos especiais? Ou Coaching? Assumimos que podemos correr riscos promovendo-os a posições que ainda, pelo modelo antigo, não estão preparados, como faz as grandes empresas multinacionais? Damos-lhes tratamento salarial diferenciado ou os amarramos no modelo que serve para todos? Aceitamos que como profissionais diferenciados questionem o estabelecido e repudiem a mesmice ou os modelamos de acordo com nossa cultura que imaginamos mudar um dia?
Pois é, a mim me parece que este grande desafio começa com um grande dever de casa, preparando-a para aceitar o que já temos e receber os novos talentos, tão importantes.
E essa nova postura empresarial implica em quebrar velhos paradigmas e estabelecer novas políticas, mudando traços da cultura que facilitem a aceitação do novo.
O novo é atraente, mas para se estabelecer precisa mais que demonstração de desejo, precisa de ações concretas e posturas adequadas ao novo momento.
Hoje, ao ir para casa me veio ao pensamento do quanto estamos verdadeiramente preparados para enfrentar este grande desafio: atrair e reter talentos. A questão me deixou inquieto, visto que talento pressupõe pessoas dotadas de inteligência excepcional e com grandes possibilidades de encarreiramento, em períodos de tempo pouco usual.
Comecemos pelo que já temos em casa e me pergunto se já fazemos pelos nossos talentos caseiros o que deveríamos fazer? Investimos em treinamentos especiais? Ou Coaching? Assumimos que podemos correr riscos promovendo-os a posições que ainda, pelo modelo antigo, não estão preparados, como faz as grandes empresas multinacionais? Damos-lhes tratamento salarial diferenciado ou os amarramos no modelo que serve para todos? Aceitamos que como profissionais diferenciados questionem o estabelecido e repudiem a mesmice ou os modelamos de acordo com nossa cultura que imaginamos mudar um dia?
Pois é, a mim me parece que este grande desafio começa com um grande dever de casa, preparando-a para aceitar o que já temos e receber os novos talentos, tão importantes.
E essa nova postura empresarial implica em quebrar velhos paradigmas e estabelecer novas políticas, mudando traços da cultura que facilitem a aceitação do novo.
O novo é atraente, mas para se estabelecer precisa mais que demonstração de desejo, precisa de ações concretas e posturas adequadas ao novo momento.
Momentos de reflexão.
Nada como uma pausa para revisarmos nossos caminhos e retomarmos nossa caminhada... É um momento singular quando nos propomos a reanalisar nossa vida, com o cuidado de aprender com as aprendizagens e traçarmos novos rumos... Esse processo exige muita flexibilidade de nós e de estarmos voltados a aprender com as lições que a vida nos ofereceu... Não revisamos a vida por ter vivido momentos ruins, mas, e, sobretudo, para traçarmos novas metas e nos alinharmos com nosso plano de vida (estratégico, na linguagem empresarial)... Há inúmeras oportunidades a nossa frente, qual delas está mais adequada aos nossos objetivos de médio e longo prazo... Os desencontros, não nos esqueçamos, são sempre o início de um novo encontro e precisamos estar atentos a estas novas possibilidades, não apenas para saber identificá-las, mas para escolhermos a mais adequada sem açodamento e com critério... Assim, momentos de reflexão são essências em nossas vidas e nos ajudam a crescermos como seres humanos.
Recursos humanos: uma vocação.
Há trabalhos que exigem vocação, resistência a frustração e paciência pedagógica, e podemos dizer que quem trabalha com pessoas precisa ter estas características. Se somarmos um pouco de humildade e a capacidade de trabalhar nos bastidores, como em uma peça de teatro, por exemplo, teríamos o quadro mais próximo do desejado.
Mas há pessoas que no exercício dessas funções precisam de holofotes e púlpitos para aparecer, lembram-me, com o devido respeito, daquele deputado que não poderia ver um microfone que logo começava a discursar... A médio e longo prazo, não haverá espaço para este tipo de profissional, pois as pessoas que devem realmente aparecer, aqueles que realmente fazem a coisa acontecer, se cansarão deste forma de atuação e não darão mais o apoio necessário para sobrevivência dessa espécie.
Agora imaginem que além de gostarem dos holofotes essas pessoas também possuem o destempero nas veias, podem imaginar o quadro teremos?
Mas há pessoas que no exercício dessas funções precisam de holofotes e púlpitos para aparecer, lembram-me, com o devido respeito, daquele deputado que não poderia ver um microfone que logo começava a discursar... A médio e longo prazo, não haverá espaço para este tipo de profissional, pois as pessoas que devem realmente aparecer, aqueles que realmente fazem a coisa acontecer, se cansarão deste forma de atuação e não darão mais o apoio necessário para sobrevivência dessa espécie.
Agora imaginem que além de gostarem dos holofotes essas pessoas também possuem o destempero nas veias, podem imaginar o quadro teremos?
Assinar:
Postagens (Atom)